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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Coluna da Jô

        Oi gente!
        Tudo bem? Como passaram a semana?
        Bom, deixa eu contar uma coisinha: essa semana, em todos os lugares que eu lia (jornal, revista, livros, facebook e etc), todo mundo falava e refletia sobre o perdão....Então eu pensei: e se eu escrevesse algo sobre isso. LÓGICO, que é algo singelo, algo que é muito mais uma reflexão, uma meditação minha, do que um texto, uma crônica, um tratado religioso e filosófico.
        Vamos lá?
        Bom, desde que eu era criança eu ouvia na missa que a gente tinha que perdoar nossos irmãos (amigos e inimigos)...e achava estranho...e daí eu aprendi a tabuada e quase cai do banco da igreja, enquanto o padre estava lendo o Evangelho do dia: “(...) Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? E Jesus respondeu: “Eu digo a você: não até sete, mas até setenta vezes sete.” – Evangelho de São Mateus capítulo 28, versículos 21-22.
            A não gente! Pelo amor de Deus, não me digam que só a louca aqui, ficou fazendo contas para ver quanto dava 70 x7! Que dá 490...Duvido que ninguém nunca fez essa conta....
        Olha, o pior de tudo era ficar pensando assim: mas como eu vou contar isso? Só se eu anotar num caderno, né? Tipo...fulano me magoa, me ferra, eu anoto num caderno, faço uma tabelinha com nome da pessoa que me magoou e 490 linhas para ir colocando: “perdoado”. Simples, né? Naquela época era caderno, hoje posso baixar um aplicativo para o celular, tipo excell e ir fazendo uma tabela...ah tá né?
        Depois eu fui crescendo e ficava pensando: “por que 70 vezes 7? Será que o povo daquela época não conhecia a tabuada do 9? Ou por que não poderia ser: 546 x 45678? Ou qualquer outro valor?” Mas daí eu pensava no papel e na caneta que ia gastar, ou no pergaminho e na tinta que iriam gastar....
        Hoje eu, Joely, acho que a ideia do perdão é algo difícil. Jesus falou sobre sentido figurado. Poderia ser 6x890, 3.546 x 7 não importa! O importante é perdoar. E ESQUECER, tanto a ofensa, quanto o perdão.
        Masssssssssssssssssssssssssssssssss, se não sabemos fazer contas, sabemos MUITO BEM, como guardar as coisas na memória. E não esquecer nunca, né?
        Levanta a mão aí quem nunca falou: “nossa! Eu não desejo mal pra fulano (a). Mas ele(ela) lá e eu aqui. Eu já perdoei tudo o que ele (ela) me fez, só não quero ver ele (ela).”
        Sinto muito em te dizer que isso não é perdão. Sei lá que nome que se dá a isso,  talvez seja indiferença, maluquice, mágoa, imaturidade, mas perdão eu sei que não é....Porque a gente só sabe que perdoou alguém ou alguma coisa quando consegue pensar na pessoa, pensar naquilo que te magoou, e não sentir mágoa. Entenderam? Pensem numa situação em que você foi muito, mas muito magoado. Doeu? Se doeu você não perdoou. Se não doeu, você perdoou.
        Não é simples? Claro que não é! Por que vocês acham que Jesus disse para perdoar 7 vezes 70? Para que nós tenhamos tempo de esquecer a mágoa! Para que NINGUÉM tente contar quanto é 7 x70, ou criar caderninhos. Para que esqueçamos a ofensa. E esquecendo, possamos perdoar.
        Tudo muito lindo, muito poético, mas, na grande maioria das vezes, as grandes dores, as grandes mágoas, são provocadas pelas pessoas que mais amamos. Ok: vamos retirar dessa contabilidade desastres naturais, acidentes, violências, doenças e vamos nos concentrar no dia a dia, nas pessoas com quem convivemos diariamente. Aquelas que amamos e aquelas que DEVERÍAMOS amar. São elas que nos magoam mais. Porque os “conhecidos” nos magoam sim! Mas a gente esquece logo, xinga, sei lá....Mas aqueles que amamos ou deveríamos amar.....é doloroso, não é mesmo?
        Como perdoar? Ah! Tô tentando aprender. Se eu soubesse deixava uma fórmula aqui. Mas eu li uma coisa num site que eu queria compartilhar com vocês. Quem sabe eu aprendo algo...e talvez você também, né?
        O texto a seguir foi retirado do livro “O Poder do Perdão” de autoria do Dr. Fred Luskin:

1. Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança.

2. Compromete-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão.

3. Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz.

4. Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu dois minutos - ou dez anos - atrás.

5. No momento em que você se sentir aflito, pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismo de seu corpo.

6. Desista de espera, de outras pessoas ou de sua vida, coisa que elas não escolheram dar a você. Reconheça as “regras não cobráveis” que você tem para sua saúde ou para o comportamento seu e dos outros. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém você sofrerá se exigir que essa coisa aconteçam quando você não tem o pode de fazê-las acontecer.

7. Coloque sua energia em tenta alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja através de experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para seus fins.

8. Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor vingança. Em vez de se concentrar nas suas mágoas – o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou – aprenda a busca o amor, a beleza e a bondade ao seu redor.

9. Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heróicas que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.

E aí? Vamos tentar?

Inté!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Coluna da Jô!!!


         Oi gente!
Tudo bem por aí?
Como têm passado?
Bom, como essa é a primeira coluna do ano, vou fazer de conta que o ano de 2014 começou agora. Então queria contar uma historinha que aconteceu comigo nas Festas de Fim de Ano.
Vamos lá?
Passei as comemorações de Ano Novo na casa de familiares. O quarto destinado a mim ficava num corredor. E no corredor em frente à porta do quarto, tinha um quadro. Acho que o quadro era pequeno, natureza morta, flores...ou algo do tipo. Não me lembro...o que me lembro é que o quadro estava torto! T-O-R-T-O!!! Torto! E toda hora que abria a porta do quarto, via o quadro...TORTO!
Passava no corredor e via o quadro. Entrava e saía do quarto, e lá estava o quadro, torto. Torto!
Bom, foi preciso muita força de vontade para não ir até o quadro e arrumá-lo. Vocês devem estar pensando: “Por que o quadro incomodou tanto?  E por que, se incomodava tanto, era insuportável, por que não fui até lá e arrumei o quadro? Bom, em primeiro lugar a casa não era minha, e como diz o ditado: “os incomodados que se retirem.”E como eu não queria ir embora antes do tempo previsto, nada fiz contra o quadro. Além disso, me minha vida cheia de manias e controle, já “paguei mico”....Já fui arrumar o quadro na casa dos outros e o quadro caiu...outra vez, o quadro torto escondia um buraco na parede. Mexi no treco, caiu o quadro e o reboco da parede. Foi de chorar...
Mas a questão: por que o quadro torto me incomodava, ainda não foi respondida.
Sinceramente não sei o que dizer sobre isso...Imagino que tenha a ver com a necessidade de controlar tudo e todos (e o quadro!) a minha volta; que pessoas ansiosas (like me) tem.
E acho que isso tem a ver  também, com um balanço de final de ano. Com expectativas que se realizaram ou não no ano que passou. Com nossos defeitos e os defeitos dos outros.....
Esse texto foi pensado como uma reflexão. Por que nos concentramos tanto em um determinado acontecimento da nossa vida, e em outros não? Por que o quadro só incomodou a mim, e aos outros não? Por que eu vejo defeitos onde outros não veem? E será que outros veem defeitos onde eu não vejo?
E você: o que está torto na sua vida? O que te incomoda?
Pense nisso...

Inté!

OBS: gente, como a Jô estaria impossibilitada de postar o texto hoje, ela me enviou e eu postei, ok?! ;) Debs!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Coluna da Jô



COLUNA DA JÔ
POR QUE AS PESSOAS GRITAM?

            Oi gente!
            Tudo bem? Como passaram a semana? Gostariam de deixar algum comentário aqui? Sintam-se à vontade.
            Em épocas de avanços tecnológicos, de pressa, de correria, onde tudo tem que ser feito rapidamente e o prazo “era pra ontem”, vejo cada vez mais pessoas estressadas, mal-humoradas, gritando e gesticulando. Todo mundo falando no celular, no facebook, no skype, e não consegue conversar com quem está ao lado. Quando conversa com alguém “real” e não “virtual”, na maioria das vezes a educação, a cordialidade, são inexistentes. Por quê?
            Bom, recebi um texto lindo sobre isso. Fica aqui a minha singela colaboração para ajudar as pessoas a serem mais calmas, mais centradas, mais educadas. Vamos ler e meditar?


Por que as pessoas gritam?

Numa ocasião, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
– Então não é possível falar-lhe em voz baixa? Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Você sabe porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

(Mahatma Gandhi)

Pense nisso!
Inté!







Por que as pessoas gritam?

Numa ocasião, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
– Então não é possível falar-lhe em voz baixa? Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Você sabe porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

Mahatma Gandhi

terça-feira, 24 de abril de 2012

Coluna da Jô


COLUNA DA JÔ
AS PALAVRAS MÁGICAS

            Oi gente!
            Tudo bem? Como passar a semana? Querem compartilhar algo? Deixem aqui sua sugestão, comentário ou crítica, ok?
            Hoje eu gostaria de conversar com vocês sobre uma linda campanha que está ocorrendo na rede social Facebook

             CAMPANHA PELA VOLTA DAS PALAVRAS MÁGICAS:

                       POR FAVOR
                       MUITO OBRIGADO
                       COM LICENÇA
                       BOM-DIA

            Para maiores esclarecimentos, acessem à maravilhosa página:

            http://gentilezagera.blogspot.com/

            www.facebook.com/gentilezagera
           
            Eu particularmente acho um absurdo sermos obrigados a encabeçar uma campanha para difundir a boa-educação, a gentileza, atividades essas, que deveriam ser inerentes à quaisquer pessoas. Atitudes essas que deveriam ser aprendidas desde a mais tenra infância. Não sou contra a campanha. Sou e estou revoltada por vivermos numa sociedade onde os valores morais mais simples e mais básicos, não são respeitados. Uma sociedade onde todos acham que tem direitos mas não onde ninguém tem dever algum. Uma sociedade onde todo mundo pede e ninguém dá nada em troca.
            Chegamos às vezes num guichê de serviços atirando pedras em quem nos atende. E essa pessoa acaba atirando pedras em nós. Experimente chegar educadamente, sorrindo, dizendo bom-dia, será que você poderia me ajudar, por favor? Garanto que você será melhor tratado.
            Sabe aquela frase que todo mundo conhece, fala, cita, indica, mas nunca pratica? Aquela: “trate o seu semelhante da maneira que você gostaria de ser tratado?” Pois é...todo mundo quer ser bem tratado, tratado com gentileza, educação e respeito. Como receber em troca algo que não damos? Não espere receber gentileza se você dá patadas. Não espere receber carinho, se você só distribui rancor. Só recebemos o que damos. Na mesma medida. Mesmo que demore.
            Se somos generosos e educados, recebemos generosidade e gentileza. Se somos TODOS OS DIAS MAL-HUMORADOS, ranzinzas e negativos, só recebemos indignação, ressentimentos e indelicadeza.
            Lembre-se sempre:
            Gentileza gera Gentileza.
            Pense Nisso!
            Inté!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Coluna da Jô

COLUNA DA JÔ

E VIVA A SEGUNDA-FEIRA!

Oi gente!

Tudo bem?

Como passaram a semana? E o feriado de Páscoa? Aproveitaram para ficar um pouco com as pessoas que vocês amam? E durante esses dias, conseguiram fazer algo de bom para vocês e para os outros? Contem para nós! Deixem aqui seus comentários, críticas e sugestões, ok?

Sabe, embora essa coluna seja publicada na terça-feira eu a escrevi na segunda-feira. E eu acredito que seja uma das poucas pessoas que gosta, ou melhor adora, segunda-feira! E vocês? Fazem parte da turma que uma ou odeia segunda-feira?

Durante muito tempo tinha que acordar antes das cinco horas da manhã, para ir trabalhar. Morava numa cidade e trabalhava em outra. Como entrava às 07 horas no serviço, sempre tinha que acordar cedo para me arrumar e pegar o ônibus fretado. E nem por isso odiava a segunda-feira.

Mas sempre odiei os domingos! A ideia de que no domingo temos que encontrar a família, nos dar bem com todos, comer muito e nos divertir muito, sempre me estressou. E se eu só quiser comer lanche e querer ficar tranquila e sozinha? Não pode! Domingo é dia de excessos sem contar a sexta à noite e o sábado.

Quer dizer que só podemos ser felizes nos finais de semana? Que ideia absurda! E o resto da semana? Não comemos, não bebemos, não amamos, só trabalhamos, sofremos e nos lamuriamos? Gente, isso é absurdo!

Se continuarmos a pensar assim, lógico que a segunda-feira e o resto da semana será um inferno! E o que é pior, nós mesmos é que somos os culpados por transformar nossas vidas em uma completa confusão e inferno. Mas como mudar isso?

É simples. Basta mudar o nosso pensamento. Se encararmos a segunda-feira como um período de novos desafios, do início de um novo período onde podemos vencer ou, se perdemos, recomeçar.

Por mais dolorosa que a semana que se inicia se torne, tenha confiança, tenha fé. A cada manhã um mundo de possibilidades se abre para nós.

Pense nisso!

Inté!

P.S. A partir de agora a coluna será quinzenal. Beijos.

terça-feira, 27 de março de 2012

Coluna da Jô

COLUNA DA JÔ

VOCÊ PODE MUDAR O SEU MUNDO

Oi gente!

Tudo bem?

Como passaram a semana? Querem comentar alguma coisa? Deixe aqui o seu recadinho?

Hoje eu queria fazer uma reflexão sobre uma frase...uma frase singela, mas cheia de significados....Preparados? Vamos lá?

“Uma visão sem ação é apenas um sonho.

Uma ação sem visão é apenas um passatempo.

Mas uma visão com ação pode mudar o mundo!”

Não é linda essa frase? Compreendeu? Não? Permita-me explicar:

Quantas vezes temos um sonho e esse sonho nunca se realiza...Você tem sonhos? Um amor, uma viagem, um carro, uma moto, uma casa, concluir os estudos...Não importa o tipo ou o tamanho do sonho. Todos nós os temos, não é verdade?

E o que fazer para esses sonhos se tornarem realidade? Falta AÇÃO!

Ora, se eu quero um bem ou um objeto, como um carro, uma casa, uma viagem, preciso de dinheiro. E para consegui-lo preciso trabalhar e juntar uma certa quantia de dinheiro para adquirir todas essas coisas.

Se eu quero fazer uma faculdade não tem jeito: tenho que estudar.

Se eu quero viver um grande amor, preciso estar aberta ao amor e saber escolher meus relacionamentos.

Ora, não importa! Para que um sonho se torne realidade, temos que agir, sair da inércia, sair do nosso papel de vítima, de coitadinhos, e ir à luta. Porque a vida é feita de sonhos...

Por outro lado, se eu viver sem um objetivo, sem um sonho, a vida fica monótona. E o encanto da vida se perde porque tudo o que fazemos é automático e só visa o “agora”. Concentrar-se no tempo presente é sempre imprescindível, mas ter um pouco de fé e esperança torna a nossa vida mais leve e mais fácil de ser conduzida.

Portanto não basta apenas sonhar e nem sempre apenas agir. Toda ação feita sem objetivo acaba sendo desperdiçada. E todo sonho não colocado em prática, gera amargura e frustrações.

Viver é saber dosar com maestria a realidade e a fantasia. Viver é saber quando sonhar e quando agir.

Viver é saber transformar sonhos em realidade.

Viver é saber fazer da vida um lugar mais agradável para si e para os outros.

Pense nisso!

Inté!

terça-feira, 20 de março de 2012

Coluna da Jô

COLUNA DA JÔ

FELIZ 2012!!

Oi gente! Tudo bem?

Depois de muito tempo: eis-me aqui! Voltei e essa é a primeira coluna de 2012! Então, para mim e para vocês, meus queridos leitores, 2012 começa agora!

Se 2012 começa agora, o que posso desejar à vocês? O de sempre? Sim: muito amor, muita paz, muita harmonia, muita saúde, muito sucesso, grandes conquistas e realizações, muita paciência e muita tolerância, certo? Sim, desejo tudo isso e mais algumas coisinhas....Ah! Você quer saber que coisinhas são essas? Quer que eu conte? Então, vamos lá?

Eu desejo que em 2012 você consiga ser feliz...sem depender de outra pessoa para sê-lo, ou de dinheiro, ou de emprego, ou de um carro novo. Eu desejo que você seja feliz por você mesmo. Que tenha atitudes e pensamentos que o façam feliz. E sendo feliz, você conseguirá contagiar todos à sua volta com a sua felicidade. E essa felicidade se espalhará entre seus amigos, colegas de trabalho e de estudo, conhecidos, familiares e aqueles que você ama.

Desejo também que você só fale coisas boas. Que não xingue ninguém, não faça fofocas, não calunie, não acuse ninguém e não magoe ninguém. Lembre-se sempre do ditado: “Gentileza gera gentileza”. Seja educado e alegre e várias pessoas perceberão que a sua “energia” é diferente: pura, alegre e contagiante.

Também desejo que em 2012 você faça algo que torne uma pessoa feliz. Um pequeno gesto, um telefonema, um agradecimento, uma doação de roupa ou alimentos, um abraço. Qualquer coisa que ajude alguém. Lembre-se: “quem ao outro ajuda, ajuda a si mesmo”.

Portanto, em 2012 só desejo à todos nós muitas felicidades e alegrias!

Para terminar: segundo a Igreja Católica, estamos num período de reflexão e meditação conhecido por “Quaresma”. Esse período de 40 dias antecede a Páscoa, quando comemoramos a Ressurreição de Jesus Cristo. Independente da sua religião ou crença, ou mesmo que você não acredite em nada, eu gostaria que você tirasse uns minutinhos do seu dia e pensasse sobre essa reflexão que vou deixar aqui:

- FAZER O BEM

- FALAR O BEM

- PENSAR O BEM

Você consegue meditar sobre isso?

Ou: que tal escolher uma das atitudes acima e colocá-la em prática durante uma semana?

Venha contar para nós se você conseguiu ou não.

Vamos tentar?

Feliz Ano Novo.

Inté!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Coluna da Jô

COLUNA DA JÔ

FELIZ NATAL!!!

Oi gente! Tudo bem? Como passaram a semana? Querem compartilhar algo? Deixar aqui uma crítica ou sugestão? Estejam à vontade.

Hoje eu queria deixar aqui uma mensagem singela de Natal para todos vocês. Nessa data especial não importa se ganhamos presentes, se estamos sozinhos ou rodeados de parentes e amigos (porque às vezes estamos solitários no meio da multidão), o importante é que o nosso coração receba um presente. Pode ser o perdão, a auto-confiança, a eliminação da culpa, o banimento do ódio. Também pode ser a atitude de finalmente se amar como se é. De aceitar à si mesmo. Feito isso, faça um gesto concreto: ajude alguém. O sentido do Natal é a caridade. Se puder doar uma cesta básica, doe; se puder doar apenas uma lata de ervilha, doe assim. E se só puder dar um beijo em alguém, faça! Lembre-se sempre que a palavra oração é composta de orar (rezar) e ação (atitude). Transforme os sentimentos em atitudes. Faça primeiramente a diferença na sua vida. E depois, comece a fazer a diferença na vida dos outros!

Para finalizar, deixo aqui uma das mais belas poesias que eu conheço. E desejo, de coração, que você consiga realizar pelo menos uma das coisas que essa poesia propõe! Um Feliz Natal para vocês e para aqueles que vocês amam!

Inté!

DesejoVictor Hugo[1]

“Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar ".



[1] Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802Paris, 22 de maio de 1885) foi um novelista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e activista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Coluna da Jô

COLUNA DA JÔ

FELIZ ANIVERSÁRIO

Oi gente!

Tudo bem? Como passaram a semana? Querem compartilhar algo conosco? Deixem aqui suas sugestões e críticas, ok?

Hoje é um dia muito importante e gostaria de compartilhar as alegrias e reflexões desse dia da minha vida com todos vocês. Vamos lá?

13 de dezembro de 2011 é o dia que completo 40 anos. Quarenta anos bem vividos, graças a Deus. Nessa data especial ao fazer um balanço geral da minha vida, percebo que tenho muito mais motivos para ficar feliz e agradecida, do que triste ou revoltada. A vida realmente valeu e tem valido a pena. E sim: sou feliz.

Ao olhar para trás percebo que quase nunca me omiti. Fiz escolhas (algumas certas, outras equivocadas), mas arrisquei, mudei várias vezes o rumo da minha vida. Às vezes fui ousada, outras vezes medrosa. Algumas vezes acertei, outras errei. Mas tomei as rédeas da minha vida em minhas mãos, e vivi. As escolhas que fiz, boas ou más, certas ou erradas, só que tenho que creditar à mim mesma.

Possuo alguns arrependimentos e tristezas. Mas, mesmo esses, carrego comigo conscientes do papel deles em minha vida. Quem sou hoje se deve também à esses arrependimentos e tristezas. Culpa? Sim! As tenho. E quem não as tem? Mas o importante é que são poucas. Medo? Tenho uma coleção deles. São fantasmas que de vez em quando aparecem para me assombrar. Alguns são fáceis de espantar e até de se conviver. Outros, aprendi a exorcizar. E alguns finjo que não existem...

Na minha jornada conheci pessoas maravilhosas. Algumas eu amei e ainda amo. Outras eu odiei e as perdoei. Fui amada e odiada. Mas perdoar é preciso. E ninguém disse que é isso é fácil...

De cada pessoa que passou em minha vida, guardo alguma coisa dela dentro de mim. Muitas ainda estão ao meu lado nessa caminhada. Outras seguiram seus próprios rumos. O importante foi ter caminhado juntos por um trecho da estrada da vida.

Algumas pessoas a estrada levou. E, como toda partida, foi prematura, triste e repentina, deixando um buraco no peito, lágrimas nos olhos e saudades no coração. Mas até com isso a vida foi generosa: o buraco logo foi fechado, as lágrimas secaram, só a saudade ficou. Sem mágoas, sem revoltas, sem culpas.

Aprendi que tudo na vida tem seu tempo, mesmo sendo impaciente e ansiosa. Aprendi que todas as pessoas são únicas, insubstituíveis e por isso mesmo, diferentes umas das outras. Lógico que não julgar alguém ou ser tolerante, é algo que eu ainda estou exercitando. Juntamente com a paciência. Mas um dia ainda chego lá.

Aprendi que Deus existe e que a Fé e a experiência com o “divino” é única, individual e na maioria das vezes, não pode ser compartilhada.

Aprendi que não podemos deixar os sentimentos para depois. Quando gostamos de alguém devemos dizer e demonstrar isso hoje e não amanhã.

Aprendi que em todos os momentos e atitudes na vida, seja no plano pessoal, familiar, amoroso, profissional, devemos nos empenhar e fazermos sempre o melhor possível, sem ser medíocres, sem “jeitinhos”. Não se deve tentar. Em alguns momentos tentativas são inúteis. Se deve agir. E rápido, com empenho de alma, coração e mente.

Aprendi que a família é um ninho de amor e porto seguro, mas que também pode ser a reunião de um grupo de pessoas com ideias tão diferentes das suas, que às vezes é duro aguentar certas pessoas e relacionamentos familiares. Eles se tornam sufocantes e vira e mexe, lidamos com gente desequilibrada. E aceito isso. Sem culpa.

Aprendi que estudar nunca é demais e nunca é tarde para isso. Aprendi que a leitura abre os olhos da imaginação e da alma. E que viajar, seja para perto ou para longe é tornar real nossos sonhos.

Aprendi que não posso agradar a todos em todos os momentos. E que existem pessoas que simplesmente não gostam de mim e eu não gosto delas. É simples e pronto.

Aprendi que posso fazer a diferença em tornar o mundo melhor, quando conheci o trabalho voluntário.

Fiz faculdade pela minha família, mas o doutorado por mim mesma.

Prefiro meu rosto (mesmo com rugas) hoje, do que aos 20 anos. Assim como meu cabelo, mas prefiro meu corpo e meu peso de 20 anos atrás. Em compensação, a Joely de hoje é 1.000 vezes melhor do que a que tinha 18 anos!

Nessa jornada descobri o amor e a felicidade ao me tornar a companheira do meu marido. E descobri que o amor sempre pode ser maior e ainda crescer mais ainda, ao me tornar mãe e perceber que meu mundo gira em torno de uma pequena estrela luminosa. Aprendi que o amor de meu marido e da minha filha me fazem feliz. E que pretendo passar os próximos 40 anos sendo feliz e os fazendo felizes!

Inté!

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